TOR

OUSADIA DO ADOLESCENTE QUE SAIU DE GOIÁS, FOI AO PARAGUAY BUSCAR COCAÍNA E SKANK E FELIZMENTE SE DEPAROU COM O TOR

A casa está caindo todos os dias para os criminosos que escolhem São Paulo como rota do tráfico. A Polícia Militar de São Paulo só tem orgulhado seu povo, com apreensões cada dia mais volumosas. Prejuízo para o crime e vitória para as vítimas do vício que tantas vidas tem destruído.

Neste domingo a ousadia de um adolescente de 17 anos, chamou a atenção pela peculiaridade da sua viagem. O Fato foi registrado em uma das várias operações pela Rodovia Marechal Rondon, itinerário de Ônibus quem veem de Mato Grosso e Paraguay.

Pela SP-300 – KM 527+400 – Araçatuba-SP, equipe do TÁTICO OSTENSIVO RODOVIÁRIO, abordou um ônibus de transporte interestadual de passageiros, que fazia o itinerário Campo Grande-MS x Brasília-DF.

Como de praxe, eles observam a expressão das pessoas embarcadas e caso percebam alguma suspeita, solicitam bagagem ou documentação, há casos em que são feitas revistas pessoais e de bagagem, tendo casos em que as bagagens são vistoriadas e em caso de suspeita, por aparência ou odor, o passageiro e convidado a acompanhar os policias em revista à bagagem como foi neste caso.

Durante vistoria nos bagageiros a equipe localizou uma mochila preta e uma mala azul marinho, pertencentes a um adolescente de 17 anos. Na revista foram localizados dois tijolos de cocaína refinada, três volumes de skunk (conhecida como “super maconha”) e trinta e três tijolos de maconha. O adolescente confessou que comprou a droga no Paraguai para revende-la em Luziânia/GO.

Observem a ousadia do menor considerando o custo de toda a carga somado a viagem e a destinação final da droga transportada. A cocaína totalizou dois quilos, cento e quarenta e sete gramas, (2147,38kg), setecentos e noventa e cinco gramas de skank (797,17kg) mais dezoito kilos, novecentos e cinquenta e cinco gramas (18.955kg) de maconha.

Apos ser cientificado de seus direitos constitucionais, foi dado voz de apreensão ao mesmo que foi encaminhado á delegacia local para providencias de praxe, permanecendo à disposição da Justiça.

Por Marilene Gonçalves

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